Localizar, no tempo e no espaço, o Império Asteca.
Compreender a formação do Império Asteca, suas características sociais, econômicas e culturais.
Relacionar semelhanças e diferenças entre os Incas, Maias e Astecas.
Produzir um jornal sobre estas civilizações.
Duração das atividades
4 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Não há necessidade de conhecimentos prévios.
Estratégias e recursos da aula
Atividade 1: Astecas – Descoberta de uma civilização
Vídeo de quase 20 minutos da Primary History BBC que relata algumas
descobertas dos arqueólogos sobre os astecas e, a partir desses achados,
procura descrever aspectos centrais da civilização asteca.
Após a exibição do vídeo, peça aos alunos
que se dividam em grupos e respondam as perguntas abaixo, criando um
quadro informativo sobre a civilização
asteca:
Nome dos astecas:
Localização:
Mito da criação:
Principal cidade:
Como era sua moradia:
Divisão de trabalho:
Principal alimento:
Importância da guerra:
Significado dos sacrifícios:
O sentido da morte:
Organização política:
Achados arqueológicos em 1978:
Hipóteses dos arqueólogos sobre estes achados:
Depois os alunos devem socializar suas respostas.
Atividade 2: Povos da Mesoamérica: Maias, Incas e Astecas
Texto 1: América pré-colombiana: maias, astecas, incas e povos indígenas do Brasil
“(...) vamos conhecer neste texto alguns
dos povos que viviam na América no século XV, ou seja, antes da chegada
de Cristóvão Colombo, por isso o termo “pré-colombiano”. Antes da
chegada dos europeus, desenvolveram-se no México, na América Central e
na região dos Andes civilizações complexas, que nos deixaram importantes
registros de seus conhecimentos astronômicos, matemáticos, agrícolas,
além de obras arquitetônicas e artísticas de grande refinamento e
beleza. (...)”
I- Depois de ler os textos, na integra, os alunos poderão fazer as atividades propostas abaixo:
1- Montar um quadro comparativo sobre os povos estudados neste texto. Observe o modelo:
Nome da civilização
Atividades econômicas
Principais realizações
Religiosidade
2- Explicar como era a organização do poder entre Maias, Astecas e Incas.
3- Por que a guerra era um elemento fundamental para os astecas e incas?
4- A formação do Império Inca pode ser comparada à do Império Asteca? Que semelhança você vê entre uma e outra?
5- A organização social das três civilizações tinha um elemento comum. Identifique e explique essa semelhança.
II - Peça aos alunos que se dividam em três grupos que receberão o nome de: Maias, Incas e Astecas.
Cada grupo ficará responsável em saber um pouco mais sobre a civilização que o nomeia.
O professor de História, juntamente com o professor de Educação Física, criará
um circuito com início e fim contendo vários obstáculos. Vence o grupo
que conseguir transpor os obstáculos e responder as perguntas corretas
sobre a sua civilização no menor tempo.
Atividade 3 : Extra! Extra! Incas, Maias e Astecas !
Vídeo: Por Ti América
Este vídeo, de quase 6 minutos, mostra
uma exposição realizada em São Paulo, que reúne peças arqueológicas das
civilizações pré-colombianas, como os Incas, os Astecas e os Maias.
1- Após exibição do vídeo, deve-se
ressaltar a importância de se valorizar a cultura dos povos
pré-colombianos, pois se constitui uma das ricas identidades do
continente americano.
A Guerra de Canudos envolve um conflito entre o exército brasileiro e os milhares de sertanejos pobres que vivem numa
comunidade autossuficiente agrupada em torno de Antônio
Conselheiro,líder religioso,na localidade que é chamada de Belo Monte, num vale cercado de serras, no nordeste da Bahia.
A instauração da República em 1889 traz novas configurações
políticas e sociais como a separação entre Igreja e Estado;o
e morte e a cobrança de novos impostos que entram em choque com
o mundo tradicional e o catolicismo popular dos canudenses.
Entre novembro de1896 e outubro de 1897,o Estado republicano envia quatro expedições militares contra o arraial
de Canudos, pois a elite política brasileira entende o conflito como uma luta de vida e morte entre pares opostos Inconciliáveis: República x monarquia; civilização x barbárie e
litoral x sertão.
Canudos era o polo monarquista, bárbaro e sertanejo que deveria ser exterminado a fim de garantir a continuidade das instituições republicanas.
O descontentament da IgreJA com a autonomia religiosa, a
oposição dos proprietários de terra que perdem mão de obra
atraída pela vida do arraial e a hostilidade dos políticos locais
que precisam dispor de suas grandes clientelas rurais formam
uma coalizão de forças que leva à destruição do arraia de
Canudos.
Essa guerra é ressignificada pela interseção de várias narrativas
feitas entre outros, por Flávio de Barros – fotógrafo e Euclides
da Cunha – jornalista e escritor– que percebem com nuances
o profundo mal entendido cultural entre as camadas populares
que não participam da vida da recém-instaurada República
e os militares e civis republicanos imbuídos dos valores da
“civilização
e do progresso” urbanos, mas distantes do mundo rural e
popular dos sertanejos. Canudosé uma saga,uma epopeia,
uma tragédi e umlugar de memória da formação social brasileir
República,
2017.
Disponível
em:
. Acesso em: 15 fev. 2019.
Glossário:
Arraial:
Pequena aldeia ou lugarejo.
Monarquista:
Adepto da monarquia.
Sertanejo:
Relativo ao sertão;
que habita o interior, longe da costa.
Clientela
rural:
Pessoas
que
habitavam
terras
de
um
coronel,
dependiam
dele
e deveriam votar de acordo com a sua orientação.
Interseção:
Cruzamento.
Epopeia:
Poema
extenso
que
narra
os
feitos
memoráveis
de
um
herói
histórico
ou lendário que representa uma coletividade; poema épico, poema heroico
Objetivo Geral: Despertar a consciência do jovem sobre a ideologia embutida nas propagandas que apregoam consumismo exacerbado, que leva a muitos pensarem que sua essência não está no 'ser' e sim no 'ter'.
Texto I - Consumismo
Publicado
por: Gabriela Cabral
Compulsão por compras
O consumismo é uma compulsão caracterizada pela busca incessante de
objetos novos sem que haja necessidade dos mesmos. Após a industrialização,
criou-se uma mentalidade de que quanto mais se consome mais se tem garantias de
bem-estar, de prestígio e de valorização, já que na atualidade as pessoas são
avaliadas pelo que possuem e não pelo que são.
Uma pessoa pode ser considerada consumista quando dá preferência ao shopping a
qualquer outro tipo de passeio, faz compras até que todo o limite de crédito
que possui exceda, deixa de usar objetos comprados há algum tempo, não consegue
sair do shopping sem comprar algo, se sente mal quando alguém usa um objeto
mais moderno que o seu, etc.
O consumismo é fortemente induzido pelo marketing que consegue atingir a
fragilidade íntima das pessoas e este é um dos motivos pelos quais o sexo
feminino é mais propenso à compulsão. Para a psicanálise, o marketing interfere
na diferenciação do que se deve ou não comprar, tornando assim as pessoas
incessantemente descontentes buscando nas compras algo que as conforte. Essa
compulsão leva as pessoas a desprezarem seus valores e sua situação financeira
e as mantêm em estado de fascínio e até de hipnose. Muitas pessoas destroem seu
casamento ou outro tipo de relação e ainda se colocam em difíceis situações
devido às más condições financeiras provocadas por tal compulsão.
É importante lembrar que nem todas as pessoas que consomem muitos supérfluos
são consumistas. Pessoas com bom poder aquisitivo que não sacrificam suas vidas
para ir às compras não são necessariamente consumistas compulsivas
Texto II - http://veja.abril.com.br/saladeaula/110505/p_04.html
Após a leitura dos dois textos promova um debate oral e destaque a ideologia utilizada como função apelativa da propaganda. Em seguida, produza uma carta do leitor para ser enviada à revista responsável pela reportagem.
Apesar De Você Chico BuarqueComposição: Chico Buarque
Amanhã vai ser outro dia x 3 Hoje você é quem mandaFalou, tá faladoNão tem discussão, não.A minha gente hoje andaFalando de lado e olhando pro chãoViu?Você que inventou esse EstadoInventou de inventarToda escuridãoVocê que inventou o pecadoEsqueceu-se de inventar o perdão (Coro) Apesar de vocêamanhã há de ser outro diaEu pergunto a você onde vai se esconderDa enorme euforia?Como vai proibirQuando o galo insistir em cantar?Água nova brotandoE a gente se amando sem parar Quando chegar o momentoEsse meu sofrimentoVou cobrar com juros. Juro!Todo esse amor reprimido,Esse grito contido,Esse samba no escuro Você que inventou a tristezaOra tenha a finezade "desinventar"Você vai pagar, e é dobrado,Cada lágrima roladaNesse meu penar (Coro2) Apesar de vocêAmanhã há de ser outro dia.Ainda pago pra verO jardim florescerQual
você não queria Você vai se amargarVendo o dia raiarSem lhe pedir licença E eu vou morrer de rirE esse dia há de virantes do que você pensaApesar de você (Coro3) Apesar de vocêAmanhã há de ser outro diaVocê vai ter que verA manhã renascerE esbanjar poesia Como vai se explicarVendo o céu clarear, de repente,Impunemente?Como vai abafarNosso coro a cantar,Na sua frente.Apesar de você (Coro4) Apesar de vocêAmanhã há de ser outro dia.Você vai se dar mal, etc e tal,La, laiá, la laiá, la laiá??
Caía a tarde feito um viadutoE um bêbado trajando lutoMe lembrou Carlitos... A luaTal qual a dona do bordelPedia a cada estrela friaUm brilho de aluguel E nuvens!Lá no mata-borrão do céuChupavam manchas torturadasQue sufoco!Louco!O bêbado com chapéu-cocoFazia irreverências milPrá noite do Brasil.Meu Brasil!... Que sonha com a voltaDo irmão do Henfil.Com tanta gente que partiuNum rabo de fogueteChora!A nossa PátriaMãe gentilChoram MariasE ClarissesNo solo do Brasil... Mas sei, que uma dorAssim pungenteNão há de ser inutilmenteA esperança... Dança na corda bambaDe sombrinhaE em cada passoDessa linhaPode se machucar... Asas!A esperança equilibristaSabe que o showDe todo artistaTem que continuar...
05/08/2009 - 21h59 Chávez defende limites para liberdade de informação Publicidade O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta-feira que deve haver limites para a liberdade de expressão, no momento em que seu governo promove uma campanha contra os "abusos" da mídia". "Nenhuma liberdade por ser ilimitada onde há leis e uma Constituição", disse Chávez na entrevista coletiva em que tratou ainda das tensões recentes com a Colômbia. "Se não querem viver sob as leis, façam como Tarzan na selva". No sábado passado, o governo em Caracas cancelou a licença de 34 emissoras de rádio e ameaçou tirar do ar outras 200, o que provocou uma onda de protestos no país e no mundo. As emissoras foram fechadas por decisão da Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), que alegou que as rádios não entregaram a documentação necessária para renovar suas concessões. Chávez propôs então a criação de uma "rádio popular" para operar nas frequências das emissoras cujas licenças foram canceladas, como parte da chamada "luta contra o latifúndio da mídia". Na quinta-feira passada, a procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, apresentou à Assembléia Nacional um projeto de lei que prevê a prisão de jornalistas e outros profissionais da imprensa que cometam os chamados "crimes midiáticos". O projeto prevê que a pessoa que divulgar informação considerada "falsa", "manipulada", que cause "prejuízo aos interesses do Estado" ou atente contra a "moral pública" ou a "saúde mental" estará incorrendo em "crime midiático". Entre os crimes tipificados estão "a negativa de revelar informação" e a "omissão voluntária de fornecer informação", o que viola o direito de proteção da fonte jornalística. Nesta terça-feira, a Comissão de Meios de Comunicação da Assembléia Nacional (Parlamento) negou que exista "oficialmente" um projeto de lei sobre "crimes midiáticos", destacando que a medida não será discutida no momento pelo plenário. Na segunda, um grupo armado atacou com bombas de gás lacrimogêneo a sede em Caracas da Globovisión, uma rede de TV crítica ao governo Chávez. A ação foi liderada pela "chavista" Lina Ron, dirigente da União Patriótica pela Venezuela (UPV). No dia seguinte, Chávez anunciou a prisão da ativista, que se apresentou às autoridades: "Está presa. Não há alternativa, violou a lei e deve receber o peso da lei", disse o presidente. A ofensiva de Chávez contra a mídia deflagrou uma onda de protestos, com a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) pedindo aos governos democráticos da região que reajam aos fatos e condenem a agressão contra os órgãos de informação considerados opositores. A Anistia Internacional se declarou especialmente preocupada com o ataque sofrido pela Globovisión e pediu que à Venezuela a abertura urgente de uma investigação completa e imparcial do ocorrido.O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condenou a escalada de ataques contra a imprensa na Venezuela, e denunciou a "longa campanha judicial e de propaganda contra a Globovisión por seu trabalho informativo e crítico...". A organização de defesa da liberdade de imprensa, Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expressou seu "forte protesto" contra o "fechamento em massa" de meios audiovisuais privados na Venezuela que, considerou, foram "sacrificados por um capricho do governo". Da mesma forma, a Comissão Inter-americana de Direitos Humanos (CIDH) criticou a deterioração da liberdade de imprensa na Venezuela.